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Guerrilheiras ou para a Terra não há desaparecidos

Desliguem os celulares!

Alguém me ouve?

Quando vão me encontrar?

Sugiro que leia esse texto ouvindo essa música:



A Guerrilha do Araguaia, infelizmente, não tem a devida atenção que deveria ter: seja nos livros escolares, nos meios de comunicação e, muito menos, no calendário nacional de acontecimentos memoráveis.  Além desse silenciamento do conflito do Araguaia e, por consequência, de suas vítimas, não é surpresa que a presença da mulher não seja evindenciada no conflito. Até que surge um texto belíssimo apresentado em Guerrilheiras ou para a Terra não há desaparecidos. Com uma sensibilidade impressionante, a seriedade de uma pesquisa histórica - e de campo - muito boa e a competência de falar do que muito pouco se fala (ou do que muitos tentam calar): a mulher na luta. A peça não pretende ser um retrato histórico, mas dar volume para vozes quase inaudíveis da Guerrilha do Araguaia. O texto, de forma poética, erótica e firme, cria um possível diálogo entre as moças que estão desaparecidas…

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